
Casa do Tempo
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Pintura Decorativa (em tela, porcelana, vidro e outros materiais) protagonizada por Maria Fernanda Pessoa. |
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Agora que os ventos frios do Inverno já se foram e as flores estão a começar a florescer, a Casa do Tempo prepara-se já para abrir as suas portas a uma exposição na qual Maria Fernanda Pessoa nos conta um pouco da sua trajectória dentro do universo dos pincéis e nos mostra um portofólio muito diversificado e colorido que, certamente, dará também um tom especial a estes primeiros dias de primavera. Natural de Lisboa mas mantendo uma forte ligação com o concelho de Castanheira de Pera, Maria Fernanda tem na pintura uma das suas maiores paixões e, cada momento é aproveitado para desenvolver o seu crescimento artístico através da prática desafiante de diferentes técnicas. Seguindo o que a imaginação manda e o talento permite, Maria Fernanda não se cansa de tirar partido do poder da pintura e o seu estilo acaba por fruir do somatório ou mescla de tudo aquilo que tem assimilado ao longo da sua aprendizagem. Para esta artista, as possibilidades de promover um verdadeiro encontro com o belo são vastíssimas e, ao exercer a sua arte sob a textura da tela, da porcelana, da cerâmica, do vidro ou do tecido, Maria Fernanda procura obter um conjunto de obras que realcem o encanto das naturezas mortas e das paisagens e facilmente se enquadrem no ambiente contemporâneo, conferindo-lhe um toque de vivacidade e elegância.Privilegiando uma pintura mais realista e funcional que se adapta tanto ao branco da tela como à transparência de uma jarra ou à delicadeza de uma toalha, Maria Fernanda reserva-nos uma exposição que contém um pouco de tudo e nos inspira a visitar a Casa do Tempo de 29 de Março a 15 de Abril, nomeadamente de Terça a Sexta das 10h00 às 19h00 ou aos Fins-de-Semana e Feriados das 10h00 às 13h00 – 14h00 às 18h00. Maria Fernanda Pessoa e a Pintura A viver em Lisboa, cidade que a viu nascer em 1950, Maria Fernanda Pessoa Proença Mendes dos Santos diz-nos que concluiu o antigo 7º ano no Liceu Maria Amália Vaz de Carvalho e que, posteriormente, grande parte da sua vida foi direccionada para a área financeira. Todavia, Maria Fernanda nunca escondeu o gosto pelas artes e, paralelamente à função de bancária que desempenhou durante 33 anos, dispôs-se ainda a prosseguir um sonho antigo. Assim sendo, em 1996, mete mãos à obra e, a frequência de vários ateliers ligados à pintura e às artes decorativas, acaba não só por reforçar o seu interesse pela pintura como lhe permite também adquirir os conhecimentos necessários para começar a criar a sua própria arte. Pronta a arriscar as primeiras pinceladas, Maria Fernanda quis experimentar um pouco de tudo. Da tela à porcelana e à cerâmica, passando ainda pelo tecido e pelo vidro, esta artista procurou explorar as mais variadas facetas da arte pictórica e com paciência, criatividade e harmonia acabou por desenvolver uma pintura bastante personalizada, uma pintura na qual ela usa diferentes técnicas e suportes e procura captar a energia, a motivação e os sentimentos do ambiente que a rodeia. No fundo, Maria Fernanda prefere trabalhar uma arte mais diversificada que lhe assegure a capacidade de decorar uma série de obras e acredita que, quando o trabalho se junta à dedicação, a pintura pode adquirir várias dimensões e formar um universo de cores que dão expressão, movimento e vitalidade a telas, jarras, toalhas e outros objectos delicadamente pintados com motivos como as naturezas mortas ou as paisagens urbanas e rurais. Doze anos depois de se ter estreado neste mundo das cores e dos pincéis, Maria Fernanda já não tem dúvida que a pintura lhe permite ter um espaço só para si, um espaço onde ela se encontra verdadeiramente como pessoa e como artista. Por isso, procura dedicar todo o tempo que consegue a esta aventura sonhada um dia e, ao avançar com a realização da sua primeira exposição individual, espera também que a sua arte seja reconhecida e acarinhada pelo grande público. Casa do Tempo / Sónia Tomás |
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O que é o Teatro? Já em pleno mês de Abril, a Casa do Tempo estará de volta com novas propostas e, juntamente com a Biblioteca Municipal de Castanheira de Pera, irá trazer-lhe uma exposição que serve também de pretexto para assinalar o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, o qual desde 1996 têm lugar a 23 de Abril. Portanto, a pensar na difusão do livro e da leitura, a Biblioteca Municipal separou-nos uma sequência de livros e cartazes que, além de privilegiarem a escrita e a leitura como um instrumento de expressão, educação e comunicação, nos abrem ainda o pano à arte de representar em palco. Assim sendo, e sob o sugestivo título «O que é o Teatro?», esta exposição dá uma tónica especial à arte dramática e, entre palavras e imagens, responde-nos a uma série de perguntas que vão surgindo: Quem o faz e porquê? Onde é feito? Quem o vê? Quem cria condições para que exista? Onde é feito? De que modo se relaciona com outras artes? Que lugar ocupa na vida de uma sociedade? De uma maneira divertida e acessível, esta exposição acaba então por nos permitir conhecer um pouco melhor esse admirável mundo do Teatro e mostra-nos também como, através dos livros e da leitura, é possível aceder a uma série de ensinamentos sobre os mais variados assuntos e temas. O livro é um dos meios de transmissão, partilha e aquisição de conhecimento mais importantes e, como tal, merece que se continue a valorizar o papel que tem na sociedade e a incentivar o prazer da leitura. Por isso, mesmo que não cumpra a velha tradição catalã segundo a qual, no dia 23 de Abril, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha e recebem em troca um livro, vale a pena juntar-se a nós nesta iniciativa e aceitar este convite da Biblioteca Municipal de Castanheira de Pera para visitar a exposição que estará patente na Casa do Tempo de 18 de Abril a 6 de Maio, nomeadamente de Terça a Sexta das 10h00 às 19h00 e aos Fins-de-Semana e Feriados das 10h00 às 13h00 – 14h00 às 18h00. |
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