MARCO DA PRAÇA

CARTAS AO DIRECTOR

 

 

"O Castanheirense" acolhe e incentiva a livre participação dos leitores na discussão de temas de interesse colectivo através da secção "Correio dos Leitores - Marco da Praça".

Os textos só serão considerados se vierem dactilografados ou em formato informático, a fim de evitar interpretações erradas. Não deverão exceder o equivalente a uma ou duas folhas de papel formato A4.

 


 

Álvaro da Silva João

R. António Saúde n.º 5-6. 1500 -048

Lisboa

Um pequeno flagrante de vida real

Local: Petropolis- Brasil

Numa recente viagem realizada ao Brasil , tive a oportunidade de visitar o imponente Palácio Imperial existente em Petropolis que foi residência de verão dos imperadores D. Pedro I e D. PedroII. Nessa mesma ocasião visitei também a Catedral daquela cidade onde se encontram os túmulos de D. Pedro II e família.

Naquela catedral sabia que não se encontrava o túmulo de D. Pedro I. No entanto, quiz aferir os conhecimentos em história duma adolescente brasileira que encontrei numa zona comercial daquela cidade e perguntei:

Por favor ,ali na Catedral que acabo de visitar encontra-se o túmulo de D.Pedro II.

Sabe-me dizer onde se encontra D. Pedro I ?

Resposta: (após pequena reflexão).Ora........ Está no Céu !......

 


 

Este texto constitui a reprodução integral do original enviado pelo nosso leitor, Sr. Armando Vaz Pontífice

 

A fatalidade não existe

Pela experiência dos Janeiros já passados, cremos que durante a existência real de uma vida, o ser humano, poderá tirar certas vantagens das quatro virtudes nele existentes, para fazer valer as suas convicções, e não perder a sua dignidade humana, e deixar de existir, são elas: a força a energia a sageza e a sinceridade.

Todo o Ser optimista nos dirá, que a fatalidade não existe, será necessário durante a nossa existência sermos atentos ás oportunidades, que a vida nos oferece, crer e aproveitar, criar e trabalhar, nesta ordem de ideias todo o ser humano tem direito à repartição de riquezas do trabalho, produzidas num País.

Não precisa o Ser humano de clareza inteligível, para não usarmos o termo de iluminados, nem extremamente perfeccionistas nos nossos deveres para atingirmos a totalidade, precisamos sim de improvisar e produzir, gostarmos de coisas simples da vida. Não somos juízes nem pensamos abusar do julgamento, Mitterrandistas da 1º hora, e somente porque defendemos o nosso Povo, poderemos ser julgados paternalistas ou reivindicando vigorosamente os direitos à nação para todos, à qual pertencermos, que seremos sentenciados como nacionalistas, prudentemente preferimos esta definição: A guerra ao vento, o Amor na frente.

Armando Vaz Pontífice


Gritos de S.O.S

Com o tempo vai, tudo se vai, como uma estrela filante, que passou sobre o universo, importando consigo gritos de S.O.S., lançados em vidro transparente, para que as vozes deste mundo, se elevem contra as injustiças e actos ilícitos, que ocorrem frequentemente de maneira fraudulosa no nosso País, como recentemente aconteceu na administração Municipal de Lisboa, com negociações obscuras, prevendo-se a perda colossal no valor de milhões de euros, entre a fraude e a tomada de posse das novas entidades autarcas, sendo nomeada uma comissão administrativa, para despacho de contas correntes - assim vai o nosso País! Esperando que este acto vergonhoso seja reprimido pelos prejuízos causado aos contribuintes.

Não são precisas notas universitárias e bons discursos, com vírgulas e assentos no bom lugar, para sabermos que a escolha de administrar ou governar, não dá direito a mentir a um Povo.

Armando Vaz Pontífice


Procurando o Bom senso politico

A actual polémica à volta da município de Lisboa – não deixará o povo Português indiferente, pela estratégia promovida pelo actual poder politico, substituindo personalidades, ocupando cargos de alta responsabilidade, nos ministérios e na justiça Portuguesa, para alcançarem os seus objectivos dominantes, na conquista de postos chave, no conjunto de organizações e administração do nosso País.

A acumulação de poderes tem deixado um sabor amargo nas classes sociais do nosso País, emitindo uma atitude crítica ao encontro dos nossos Presidentes e chefes de governo, dizendo que, uma vez eleitos, não poderão tomar parte nos interesses directivos dos respectivos partidos, mas serão simplesmente governantes de todos os cidadãos do nosso País.

No que diz respeito a reformas sociais e contribuições tributarias, pagas pelo contribuinte às finanças de cada País dos estados membros, tem sido acto de preocupação pela parte das classes sociais e parceiros sociais, para que este tributo não seja gerado exclusivamente por governos transitórios!

Encontramos esta análise poética num livro de sabedoria popular:

A vida politica de um País, não deverá ser avaliada como uma simples comédia, mas como uma arte de governar, ou um drama de aventuras dramáticas

Armando Vaz Pontífice


 

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